Agradeço
muito às pessoas que me incentivaram a por essa ideia a frente. Por incrível
que pareça, tal incentivo não foi de quem elogiou e aconselhou a seguir
adiante, pelo contrário, foram aqueles que criticaram e zombaram de algo que
achavam absurdo, pois para eles, o as pesquisas da mídia estão corretas. Quem
foram essas pessoas? Todos colegas corintianos. Então, obrigado Henrique (ex
jogador do Esporte de Patos); Valdir; William; Wilker; Felipe Senna (esse não
criticou, mas apesar de ser corintiano...) e especialmente...
Rony taxista, o super fanático pelo qual
discuti inúmeras vezes com ele. Você até que irritava, Rony, mas era muito
divertido. Inúmeros foram nossos bate bocas (com direito a chute hehe). Você
foi meu maior incentivo em tudo isso. Te agradeço demais. Mas depois de sair os
resultados, acho que quem não vai agradecer é você, até porque, repetindo o
bordão de uma famosa série: “A verdade está lá fora” e você não vai gosta de ouvir a
verdade “hehe”.
Outro obrigado especial a Luan Rabelo,
pois foi outro incentivo ao meu censo, pois nunca iria imaginar que teria
contato com algum nortista, região essa que nunca teríamos como saber a
preferência da torcida, se não fosse as oportunidades da Internet. Ao saber que
lá o Flamengo impera, juntamente com o Vasco em segundo com folga, mas bem
distante do primeiro. Valeu Luan.
Agradeço muito à população de Patos que
foi muito bem receptiva. Eu pensei que fosse encontrar uma resistência das
pessoas por esse censo, mas todos curtiram muito, debatiam, parabenizavam por
essa iniciativa. Nunca pensei que fosse me divertir tanto. Crianças me seguiam;
adolescentes Faziam questão de responder; jovens discutiam; adultos
parabenizavam; idosos respondiam animadamente. Por onde eu passava as pessoas
nas rua continuavam o debate como se eu ainda estivesse por ali. Como já
comentei anteriormente, o censo coincidiu com eleição, o que deixava as pessoas
de mau humor, mas quando falava que se tratava de torcida de time, todos
sorriam e respondiam com entusiasmo. Isso me proporcionava mais diversão e
incentivo para continuar o trabalho.
Ao mesmo tempo, eu aconselho aos
patoenses a serem mais cautelosos com quem vai receber em sua porta,
especialmente em se tratando de entrevista. A primeira pergunta que eu fazia
era: “Quantas pessoas moram nessa casa”. Essa pergunta precisava ser feita
primeiramente para evitar respostas falsas, pois se eu dissesse logo de que se
tratava, o respondente poderia aumentar o número de moradores só para aumentar
sua torcida. Esse tipo de pergunta é de desconfiar para qualquer um, e mesmo
assim os entrevistados respondiam rapidamente quantas pessoas existiam na casa.
Eu não contei, mas acho que em toda a cidade não chegou a 15 o número dos que exigiram
crachá, documentação ou a qual instituição eu pertencia. O correto deveria ser
pedir identificação, mas os moradores respondiam sem questionar. Mas mesmos
essas pessoas que exigiram alguma coisa estavam erradas. Quer dizer que se eu
dissesse que era do IBGE, do Globo Esporte ou forjasse um crachá, coisa muito
fácil de se fazer em um computador, essas pessoas responderiam? Temos que ter
mais cuidado. Como eu tive uma iniciativa inédita de fazer isso, pode ser que
outros copiem a ideia a respeito de outros assuntos. Não exijo somente
identificação ou crachá, recomendo que dêem entrevistas pela TV quando se
tratar de algum assunto novo, para que assim tornem-se conhecidos pela mídia.
Mesmo o incentivo que estou dando para este censo de torcida ser trabalhado em
todo o país, recomendo que possa ser divulgado pelos programas de esporte,
inclusive mostrando a equipe de campo, pois muitas vezes uma ideia nova pode
servir para outra ser utilizada de má fé.
A única parte que não gostei nesse
trabalho foi fazer as contagens e porcentagens, além de separar torcedores de
dentro e fora da cidade e mais alguns outros detalhes, ainda assim, mesmo essa
parte também foi divertida para mim, pois eu contava as pessoas e acompanhava
torcedor a torcedor quem ficava a frente de quem hora sim, hora não. As
disputas ficavam entre Flamengo com Sem time; Vasco com criança; São Paulo,
Palmeiras e Corinthians; Botafogo e Fluminense; os outros times disputavam as
últimas posições. O único time que não me causava surpresa era o Santos, pois
ficava distante das posições baixas e intermediárias. Eu me senti como na época
de eleição antes da urna eletrônica, que você ficava apreensivo a cada voto.
Era muito bom sentir essa disputa.
Como cheguei a praticamente entrevistar
metade da população da cidade, se as pessoas que não chegaram a ser
entrevistadas quiserem se manifestar, utilizem o Blog e identifiquem à
localidade para que eu possa comprovar a informação, pois quero eu mesmo
visitar o lugar para deixar o censo totalmente científico, ou seja, com dados
prováveis. Conforme já comentei antes, caso isso ocorra, darei um prazo de
tempo ainda até concluir o trabalho, mas pelo menos já tenho um dado científico
para mostrar à população.
Números aproximados entre torcidas podem
até se modificar, como a disputa entre São Paulo e Corinthians que foi somente
de 24 torcedores; Flamengo e Sem time; Botafogo e Fluminense. Segundo meu
resultado final, o Grêmio teve 27 torcedores, mas havia uma casa em que tinha
dois gremistas que eu conheço e esqueci de colocá-lo em meu censo, já que no
dia em que passei em sua casa não havia ninguém. O número, até onde eu saiba
deveria ser 29. O mesmo caso com certeza ocorrerá entre torcedores e não
torcedores, pois como falei em outro momento, havia casas com torcedores, mas
quem atendeu foi ou uma criança ou alguém que não morava na casa, não sabendo
então para quais times as pessoas dessas casas torciam. Eu então os
classifiquei como Sem time só para mostrar que atingi tais casas. Com certeza o
número de não torcedores é menor e não optei em classificar algo como indecisos
para ficarmos na curiosidade de saber quanta seria o real número de ST. A melhor
maneira de acabar com a curiosidade é buscando a informação, sendo também uma foram
de aqueles que não responderam antes passar a informação agora.
Enfim,
todo esse trabalho não foi enfadonho nem tedioso para mim, quando eu também
aproveitei o momento para distribuir literatura com mensagens bíblicas e independente
das observações citadas, agradeço muito aos patoenses pela colaboração neste
censo. Se quiserem colaborar mais é só entrar em contato para que modifique os
números, pois como eu disse na Introdução, quero ter certeza de quem tem mais
torcedores entre São Paulo e Corinthians, já que a diferença entre ambos foi
pouca. Se revelem torcedores patoenses e mostrem quem tem mais. Se manifestem
torcedores do país e vamos tirar a maior das dúvidas... de quem é a 3ª maior
torcida do Brasil, pois a segunda tenho certeza absoluta que é o Vasco. Querem
me provar que estou errado? Só através de censo mesmo, com base científica...
provas.
Grupos espalhados pelo país. Grupos
espalhados por bairros. Volto à minha frase marcante: “Se uma pessoa sozinha foi capaz de
realizar um censo numa cidade com pouco mais de 100 mil habitantes... porque
grupos separados não podem fazer em cada cidade do país? Não é difícil”.
Caso algum grupo se interesse em fazer isso, como eu considerei dois tipos de torcedores: reais e representativos, então esse tipo de censo pode ser feito a cada 10 anos para comprovar se as projeções dos torcedores representativos (crianças) de 10 anos atrás bateu com os números. É óbvio que os números também não coincidirão pois em dez anos muitas pessoas também não estarão mais vivas, mas é o tipo de trabalho grandioso que pode ser feito a cada década. Está dada a ideia. Enfim...
MUITO OBRIGADO A TODOS!
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